Maioria dos turistas que visitou Portugal quer voltar
A maioria dos turistas que visitou Portugal ficou muito satisfeito com as suas férias e afirma querer voltar nos próximos três anos. De acordo com o Estudo de Satisfação dos Turistas, realizado em Março deste ano pela GfK Metris para o Turismo de Portugal, a maioria dos inquiridos mostrou-se "muito satisfeita" com as suas férias em Portugal (88%) e afirmou pretender voltar nos próximos três anos (87%).
O estudo divulgado pelo Turismo de Portugal envolveu 600 entrevistas, feitas a turistas de Espanha, Reino Unido, Alemanha, França, Holanda, Irlanda e Brasil, nos aeroportos de Lisboa, Porto, Faro e Funchal.
Entre os turistas inquiridos, 40% afirmou que a viagem a Portugal ficou "acima das suas expectativas".
As paisagens, as praias, os monumentos/museus e a gastronomia são destacados, pela positiva, pelos turistas, enquanto os serviços de saúde e o custo de vida registaram índices de satisfação inferiores a 50%.
As regiões mais visitadas pelos turistas são Lisboa e Porto. A capital portuguesa é mais procurada por espanhóis, holandeses e brasileiros, enquanto os franceses preferem o Porto.
Durante a estadia, a maioria dos turistas (78 por cento) afirma preferir alojamentos mais qualificados (hotel/apart-hotel/pousada), onde fica, em média, seis noites.
Entre os inquiridos, os espanhóis são os que ficaram menos noites (4,1 noites) e os brasileiros (8,8 noites).
Na maioria, os turistas ficam hospedados na mesma localidade (82%). Lisboa tende a ser mais visitada pelos turistas que foram ficando hospedados em localidades diferentes (18%), com destaque para os turistas brasileiros.
Durante o planeamento da viagem, a Internet é o "maior impulsionador" da escolha de Portugal como destino de férias (33%), seguindo-se a recomendação de conhecidos/amigos/familiares (25%).
O clima e a paisagem condicionaram a decisão final na maioria dos casos (54%).
Fonte: Económico
News: 23.04.12
Entrevista com o Embaixador de Portugal no Brasil
A Câmara Portuguesa da Bahia entrevistou o novo Embaixador de Portugal no Brasil, Francisco Ribeiro Telles para saber suas perspectivas e projetos para o país. Telles, que exerceu até começo deste ano cargo de embaixador de Portugal em Angola, substitui em Brasília o embaixador João Salgueiro, que deixou a capital federal em agosto do ano passado.
Câmara Portuguesa: Quais as expectativas no Brasil?
Francisco Ribeiro Telles: As relações entre Portugal e Brasil vivem um excelente momento, quer do ponto de vista político, quer económico, social e cultural. O nosso relacionamento assenta num vasto e crescente número de interesses comuns, que se pretende aumentar e melhorar significativamente, num futuro próximo. Por isso, é minha intenção contribuir, na medida do que for possível fazer, para se intensificar a nossa parceria estratégica, sobretudo a nível económico, volume de trocas comerciais e investimentos, mutuamente vantajosos para os nossos dois países.
CP: Quais as ações que o embaixador pretende implantar?
FRT: É minha intenção desenvolver o trabalho desta Embaixada em torno de quatro objetivos:
A Promoção e intensificação das relações políticas, a nível dos dois governos, e de contactos entre os mais variados setores das nossas administrações, de forma a dar conteúdo efetivo ao amplo quadro de acordos existentes;
Aumento dos investimentos brasileiros em Portugal e da presença de empresas portuguesas no Brasil, a par do incremento da exportação de produtos portugueses para o mercado brasileiro. Neste contexto, estou certo de que o trabalho coletivo das Câmaras Portuguesas de Comércio será de uma importância cada vez maior;
Melhorar a proteção consular dos cidadãos portugueses, nas suas diferentes componentes, e incentivar a nossa Comunidade, enquanto rede inigualável de contatos e capacidade humana, a potenciar os laços económicos, comerciais e culturais entre portugueses e brasileiros. Cada membro da comunidade portuguesa é também um agente da nossa diplomacia económica e um promotor cultural na divulgação do nosso património;
A crescente afirmação de Portugal e do Brasil enquanto eixos para uma maior divulgação e projeção da Comunidade dos Países da Língua Portuguesa (CPLP), no contexto internacional, com vista a potenciar as vantagens que podemos retirar de um espaço político ligado por uma língua comum, que está presente em todos os continentes do mundo.
CP: Como analisa a economia de Portugal? E a política?
FRT: Os exames regulares previstos no Programa de Assistência Económica e Financeira a Portugal, levados a cabo pelo FMI, Comissão Europeia e Banco Central Europeu revelam que Portugal está no bom caminho. O ajustamento da economia portuguesa em 2011 foi bem sucedido, registando-se avanços significativos na correção dos desequilíbrios orçamental e externo e reforçamos as condições de estabilidade do sistema financeiro. No entanto, verificou-se um agravamento do desemprego superior ao esperado, em particular do desemprego de longa duração e dos jovens. Por outro lado, continua a ser necessário reduzir significativamente os níveis de endividamento das empresas e das famílias e ao mesmo tempo os bancos deverão recorrer a fontes de financiamento mais estáveis, como depósitos bancários. A esse respeito, foram tomadas, a nível europeu, um conjunto de medidas que permitem melhorar significativamente as condições de liquidez dos bancos, o que possibilitará uma melhoria gradual das condições de financiamento da atividade económica em Portugal.
CP: Qual a importância do Brasil para o crescimento econômico de Portugal?
FRT: O Brasil atravessa hoje uma fase impressionante de seu desenvolvimento económico – tornou-se recentemente a 6ª maior economia do mundo – com um importante afluxo de capitais externos. Essa nova realidade representa uma enorme oportunidade para as empresas portuguesas em setores tão diversos como a energia, as telecomunicações, os bancos, a agricultura, a hotelaria e o turismo.
Também os investimentos que o Brasil já está a fazer e fará nos próximos anos com eventos desportivos como a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro em 2016, poderão proporcionar boas oportunidades de negócios não apenas a nível do setor de construção, mas também devido à carência interna de alguns produtos e serviços que eventos daquela dimensão irão exigir do mercado brasileiro.
De qualquer forma, o relacionamento económico entre Portugal e o Brasil é ainda relativamente pouco expressivo e o entrosamento entre as duas economias está longe do seu verdadeiro potencial.
CP: Como o senhor vê o crescente número de emigrantes portugueses no Brasil?
FRT: Ao longo dos séculos, o Brasil foi e permaneceu sempre um país de acolhimento para muitos portugueses. É natural que agora, com as dificuldades que o país atravessa, sobretudo ao nível da empregabilidade, os jovens portugueses qualificados procurem alternativas em países que nos são tão próximos, e com quem temos tanta coisa em comum, como é o caso do Brasil.
Por outro lado, é o próprio mercado de trabalho e as empresas brasileiras que também, em muitos casos, sentem a necessidade de contratar profissionais estrangeiros bem qualificados, entre os quais portugueses, reconhecidamente muito aptos e vistos como igualmente indispensáveis para o desejado desenvolvimento e crescimento económico sustentado e continuado do Brasil.
CP: Qual a importância de comemorar o ano de Portugal no Brasil?
FRT: Trata-se de uma oportunidade para mostrar, no Brasil, a atual criatividade portuguesa nos mais diferentes domínios, desde o cultural à ciência, investigação, inovação tecnológica e economia. É a “atualização” da imagem de Portugal no Brasil, através do melhor e do mais moderno que o nosso país tem nas mais diversas áreas.
Também decorrerá paralelamente o Ano do Brasil em Portugal, onde o objetivo é idêntico: mostrar o Brasil contemporâneo, dando a conhecer diversas facetas e algumas características da cultura brasileira menos conhecidas, ampliando a imagem do Brasil em Portugal.

Já está disponível o website do Ano de Portugal no Brasil

Através da Resolução do Conselho de Ministros 7/2012, o Governo português enquadrou a iniciativa “Ano de Portugal no Brasil”, fixando o seu conceito e objetivos e criando uma Estrutura de Missão responsável pelos trabalhos de preparação, organização e operacionalização, à qual tenho a honra e o privilégio de presidir, enquanto comissário-geral.
Os Anos, de Portugal no Brasil e do Brasil em Portugal, a inaugurar no dia 7 de Setembro e a encerrar no dia 10 de Junho de 2013, são iniciativas concebidas como oportunidades para atualizar as imagens recíprocas, promover as culturas e as economias de ambos os países e estreitar os vínculos entre as sociedades civis.
A nossa visão do Ano de Portugal no Brasil é a de um conjunto polifacetado de manifestações que representem um Portugal moderno, inovador e aberto. Ambicionamos, através de uma programação eclética e multidisciplinar, mostrar no Brasil a criatividade e o conhecimento portugueses nas artes, cultura e pensamento, na economia e inovação tecnológica, na ciência e investigação.
Estamos a desenvolver os processos e mecanismos de coordenação previstos, as prioridades e eixos de programação bem como as modalidades de enquadramento e de apoio a projetos. Privilegiaremos a internet como meio de informação e comunicação e desenvolveremos brevemente este sítio web.
Verificamos, com muita satisfação, que algumas instituições já começaram a preparar projetos e parcerias luso-brasileiras na perspetiva da realização do Ano. Gostaria desde já de lançar aqui um convite aberto às instituições e agentes económicos, culturais, científicos e mediáticos, para que adiram e participem neste empreendimento – para, todos, em conjunto, dos dois lados do Atlântico, construirmos o Ano de Portugal no Brasil.
Miguel Horta e Costa
Comissário Geral Português
Saiba como participar no Programa Ano de Portugal no Brasil
Fonte: Blog da Embaixada
News: 02.04.12
Grupo português Projar aposta no mercado brasileiro

No âmbito da sua estratégia de internacionalização, o grupo português Projar, através das suas participadas Bach, Sisaf e Tria, decidiu ir ao Brasil para participar no Feicon Batimat - Salão Internacional da Construção, que decorreu em São Paulo entre os dias 27 e 31 de março.
"Assente numa dinâmica de acrescentar valor aos edifícios, por via do incremento da segurança, a Bach, a Sisaf e a Tria levarão para aquele país um vasto 'know-how' e tecnologia europeia, conferindo aos edifícios maior proteção contra incêndios e, desse modo, mais segurança para as pessoas", destaca o grupo Projar em comunicado.
As empresas do grupo português estavam no stand MM27, apresentando as suas soluções de portas resistentes ao fogo e outros produtos de proteção dos edifícios contra incêndios.
Criada em 1996, a Projar tem a sua sede em Mortágua, na região Centro de Portugal, estando as suas participadas dispersas pelas cidades de Coimbra, Carregado e Madrid (Espanha), bem como Almada, Ponte de Lima e Pombal.
O volume de negócios anual do grupo português ultrapassa os 26 milhões de euros, vindo a maior parte da participada Tria. O grupo Projar é presidido por Antonio Lourenço Ferreira.
Fonte: Portugal Digital
News: 19.03.12
Novo embaixador de Portugal no Brasil chega a Brasília

No dia 02 de março chegou a Brasília o novo embaixador de Portugal no Brasil, Francisco Ribeiro Telles. O embaixador era aguardado no aeroporto Juscelino Kubitschek por um representante oficial do Ministério das Relações Exteriores do Brasil e pelo pessoal diplomático da embaixada portuguesa.
Francisco Ribeiro Telles, que exerceu até agora o cargo de embaixador de Portugal em Angola, substitui em Brasília o embaixador João Salgueiro, que deixou a capital federal em agosto do ano passado.
Diplomata de carreira, o embaixador português exerceu vários cargos, entre os quais o de assessor diplomático do Primeiro-Ministro (1983-1985) e do Presidente da República (1986-1987).
Fez parte da delegação de negociações sobre Timor-Leste, foi ministro conselheiro da embaixada portuguesa em Madrid, embaixador em Cabo Verde e cumpriu em Luanda a sua mais recente missão, antes de ser nomeado para a embaixada de Portugal no Brasil, cargo que agora assume.
Fonte: Embaixada de Portugal
UCCLA organiza exposição em Díli
No âmbito da visita do Presidente da República de Portugal, Cavaco Silva, por ocasião da comemoração dos 10 anos da Independência de Timor, a União das Cidades Capitais de Língua Portuguesa (UCCLA) vai organizar uma exposição, em parceria com o Parlamento Nacional de Timor.
A exposição, que será inaugurada em maio por Sua Excelência o Presidente da República, será composta por três partes: as Cidades da UCCLA, ação da UCCLA e projetos da UCCLA em Timor e estará patente no Parlamento Timorense.

News: 05.03.12
Governo português abre crédito de 200 milhões de euros para apoiar empresas de turismo
O ministro português da Economia, Álvaro Santos Pereira, anunciou quarta-feira (29), na abertura da Bolsa de Turismo de Lisboa (BTL), a abertura de duas novas linhas de crédito no valor total de 200 milhões de euros para apoiar as empresas do setor turístico.
Segundo o ministro, as empresas enfrentam várias dificuldades e entre elas as de tesouraria e acesso ao crédito.
Álvaro Santos Pereira anunciou que a primeira linha terá um valor de 80 milhões de euros e destina-se a suprir as dificuldades imediatas de tesouraria de muitas empresas. Já a segunda linha de crédito, no valor de 120 milhões de euros, visa apoiar a requalificação dos empreendimentos turísticos.
Estas medidas, de acordo com o ministro da Economia, "evitarão insolvências e o aumento de desemprego no setor" turístico do país.
A Bolsa de Turismo de Lisboa (BTL) abriu no dia 29/02 as portas a convidados, empresários e profissionais do setor, com importante participação de operadores brasileiros, país em destaque na edição 2012 da BTL.
Fonte: Portugal Digital
Carlos Fino cessa funções como Conselheiro de Imprensa na Embaixada de Portugal em Brasília

O jornalista Carlos Fino cessa hoje funções como Conselheiro de Imprensa na Embaixada de Portugal em Brasília, cargo que exercia desde finais de Agosto de 2004, tendo trabalhado com os embaixadores António Franco, Seixas da Costa e João Salgueiro.
Carlos Fino foi requisitado pelo Ministérios dos Negócios Estrangeiros à RTP para exercer funções em Brasília na sequência do grande impacto que teve no Brasil a sua cobertura da Guerra do Iraque, em 2003, para a televisão pública portuguesa. A media brasileira destacou sempre o facto de Carlos Fino ter sido o primeiro repórter do mundo a mostrar imagens do início do conflito.
Convidado por órgãos de imprensa do Brasil com os quais colaborou a partir de Bagdad, o jornalista proferiu inúmeras palestras e conferências em universidades e participou em diferentes encontros realizados em vários Estados brasileiros – de Fortaleza, Natal, Salvador e Recife, no Nordeste, a Florianópolis, no Sul, passando por Ouro Preto, Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília.
Em Maio de 2003, Carlos Fino foi recebido pelo então Presidente Lula da Silva, no Planalto, integrando um grupo criteriosamente escolhido de corrrespondentes estrangeiros de alguns dos principais jornais internacionais (El País, Financial Times, Die Welt, Le Monde, New York Times e Yomiuri Shinbun).
A partir de Dezembro do mesmo ano, a edição brasileira do seu livro A Guerra em Directo (A Guerra ao Vivo), tornou-se obra de leitura obrigatória em faculdades de comunicação social de diversas universidades do Brasil.
No exercício das suas funções, Carlos Fino esforçou-se por incrementar as relações entre órgãos de imprensa dos dois países, tendo designadamente apoiado os esforços que conduziram à assinatura de um protocolo de colaboração entre a Agência Lusa e a Rádio e Televisão públicas do Brasil, e, em 2006, à criação do site Lusa - Brasil.
Em 2010, participou em reuniões entre os dois países com vista à constituição de uma canal internacional de televisão de língua portuguesa e assinou, juntamente com o jornalista brasileiro Paulo Markun, a série de 13 programas de televisão “Lá e Cá” sobre as relações entre Portugal e o Brasil, uma parceria entre a RTP e a TV Cultura de São Paulo.
Carlos Fino foi também o responsável por alimentar, aos longos dos últimos anos, o site e o blogue da embaixada de Portugal no Brasil, além de coordenar e apresentar, na Brasília Super Rádio FM, a rubrica semanal “Notícias Portugal - Brasil”, em que, além das questões de actualidade, também difundia música de expressão portuguesa.
Pela sua permanente disponibilidade em colaborar com a media brasileira e constantes esforços em promover as relações bilaterais na área da comunicação social, a Câmara Legislativa do Distrito Federal distinguiu Carlos Fino com o título de Cidadão Honorário de Brasília.
Fonte: Embaixada de Portugal
News: 06/02/12
Governo português indica novo adido cultural para Embaixada em Brasília
O despacho do ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Portas, publicado no Diário da República, nomeia em comissão de serviço João Pignatelli Figueira de Freitas para exercer o cargo de "adido cultural", na embaixada de Portugal em Brasília.
O cargo estava vago desde finais do ano passado, depois da saída do conselheiro cultural e diretor do Instituto Camões no Brasil, o pianista Adriano Jordão.
O novo adido esteve anteriormente à frente do Instituto Camões em Luanda e passa agora a integrar a equipe do embaixador Francisco Ribeiro Telles, que transita da embaixada de Portugal na capital angolana para Brasília.
Fonte: Portugal Digital

Cinco portugueses distinguidos nos EUA para serem "futuros líderes científicos"

Cinco cientistas portugueses e uma investigadora norte-americana que trabalha em Portugal foram premiados pelo Instituto Médico Howard Hughes, dos Estados Unidos, com montantes no valor de 518.000 euros para a sua investigação, numa lista internacional de 28 premiados reconhecidos por serem “futuros líderes científicos nos seus países”. Os prémios vão ser utilizados na investigação em parasitologia, neurociências, comunicação entre bactérias, metabolismo celular e envelhecimento.
Este concurso lançado pela instituição, que é uma forte promotora da ciência nos EUA, dá bolsas na área das ciências médicas para cientistas internacionais que estão no começo da carreira como chefes de laboratórios, ou seja, são chefes de um grupo de investigação há menos de sete anos. O dinheiro vai ser distribuído ao longo dos próximos cinco anos.
De entre 760 candidatos, provenientes dos 18 países elegíveis para este concurso, a nível nacional foram premiados Rui Costa e Megan Carey, norte-americana, da Fundação Champalimaud, Karina Xavier e Miguel Godinho Ferreira, do Instituto Gulbenkian de Ciência (IGC) e Luísa Figueiredo, do Instituto de Medicina Molecular (IMM).
Pedro Carvalho foi o único português a ganhar o prémio fora do território nacional. O cientista trabalha no Centro de Regulação Genómica, em Barcelona, na Espanha.
Portugal ficou em segundo lugar, ao lado de Espanha, no número de vencedores. Em primeiro lugar ficou a China, que teve sete premiados. Entre as outras nações elegíveis estavam a Índia, o Brasil, a Itália, a Rússia, a Turquia e a Coreia do Sul.
“Para uma comunidade científica da dimensão da que existe em Portugal, uma proporção de cinco em 28 premiados é um claro sinal da qualidade dos cientistas que aqui trabalham e, sobretudo, da capacidade que centros de investigação em Portugal têm para competir a nível internacional”, disseram os cientistas que trabalham em Portugal, num comunicado conjunto.
Luísa Figueiredo investiga os mecanismos com que os parasitas evitam o sistema imunitário do hospedeiro. Rui Costa e Megan Carey estudam os circuitos cerebrais que controlam o comportamento. Karina Xavier investiga a comunicação entre bactérias no contexto da flora intestinal, e está a tentar manipulá-las para tirar partido das suas propriedades protectoras contra doenças. Miguel Godinho Ferreira trabalha com o peixe-zebra para compreender os processos envolvidos no envelhecimento. Pedro Carvalho estuda como é que as proteínas nocivas que são produzidas pelas células, são posteriormente eliminadas.
Fonte: Público P
News 23.01.12
Turismo brasileiro em Portugal cresceu 17,9% em novembro
O número de dormidas de turistas brasileiros nos estabelecimentos hoteleiros portugueses teve em novembro um crescimento de 17,9% na comparação com o mesmo mês do ano passado, segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE).
O turismo proveniente do Brasil foi mesmo o que mais cresceu em Portugal no penúltimo mês do ano, um mês marcado por comportamentos distintos entre os principais mercados emissores: as dormidas de cidadãos alemães em Portugal cresceram 3,2%, as de espanhóis desceram 2,8%, as dos franceses subiram 1,6% e as dos italianos caíram 3,1%.
No total, as dormidas nos estabelecimentos hoteleiros portugueses decresceram 3,4% face a novembro do ano 2010, atingindo 1,9 milhões. "Esta inversão de tendência deve-se ao contributo negativo dos residentes (-12,2%), já que os não residentes mantiveram uma evolução positiva (+2%)", explica o INE
No mês de novembro os proveitos totais da hotelaria portuguesa desceram 4,1%, para 92,2 milhões de euros. Apesar disso, no valor acumulado de 2011 há ainda um crescimento homólogo de 6,5%, ficando os proveitos acumulados de janeiro até novembro na casa dos 1.830 milhões de euros
A taxa de ocupação no mês de novembro piorou, descendo 1,4 pontos face a igual mês de 2010, para 24,5%. Ainda assim, no total de 2011 (ainda com dezembro por apurar), a taxa de ocupação situa-se nos 41,2%, ligeiramente acima da de 2010.
Fonte: Portugal Digital.
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Universidade Católica de Lisboa recebe seminário sobre investimento no Brasil
A Universidade Católica de Lisboa recebeu no dia 17 de janeiro um seminário sobre como investir no Brasil, com a participação de vários especialistas brasileiros e portugueses. No dia 18 a instituição lusa teve ainda uma formação sobre o sistema fiscal brasileiro, denominada "Brazilian Tax Law Overview".
O seminário "Investing in Brazil" analisaou a fiscalidade brasileira na óptica do investidor, o sistema tributário brasileiro, a tributação das empresas, os incentivos ao investimento, as normas anti-abuso e o tratamento de expatriados.
Participaram oradores da Pontifícia Universidade Católica, de Minas Gerais, das sociedades de advogados Vieira de Almeida & Associados e Pinheiro Neto & Associados, da KPMG Brasil e KPMG Portugal, da Fundação Getúlio Vargas e da EDP.
A participação no seminário "Investing in Brasil" teve o custo de 150 euros e incluiu a formação "Brazilian Tax Law Overview".
Fonte: Portugal Digital

News - 05.01.12
Delta/GOL farão proposta para comprar a TAP
A injeção de R$ 100 milhões que a Delta fez no caixa da GOL deu para a companhia aérea respirar – o balanço de 2011 será negativo - e abriu perspectivas para ampliar a parceria. Se tudo der certo, as duas empresas deverão se posicionar como possíveis compradoras da TAP, que fecha o ano com prejuízo em torno de 5 milhões de euros, mesmo transportando 9,5 milhões de passageiros. O Brasil, hoje, é o maior negócio da empresa portuguesa, que apresenta um excelente aproveitamento em todas as linhas ligando Lisboa a 8 capitais. A privatização da TAP em 2012 só ocorrerá após o Governo concluir as vendas da EDP e da REN.

Fonte: Bahia Negócios
Empresa portuguesa de marketing online entra no Brasil
A empresa portuguesa de marketing e vendas online Sales Engine Online (SEO) decidiu apostar no mercado brasileiro e já teve frutos dessa decisão, com a conquista dos primeiros clientes. Segundo a edição desta terça-feira do "Diário Económico", a SEO trabalha com a Vivo e a Cathos e está a fechar contrato com um grupo segurador e uma livraria.

A SEO é uma agência remunerada consoante os resultados que gera para os anunciantes. "Todos os nosso clientes têm um ‘site' oficial, o que fazemos é escolher um produto ou um serviço e construímos um ‘micro-site' focado nele. Depois investimos em meios que permitam chegar a essa página - banners, anúncios de texto ou newsletters - onde o consumidor preenche um formulário que é enviado para o nosso cliente", indicou David Pinheiro, sócio da empresa.
Para que este modelo de negócio seja rentável, disse David Pinheiro ao "Diário Económico", é necessário que a empresa aposte em relações de médio/longo prazo com os clientes.
A agência foi fundada em 2009 por três sócios, mas só começou a sua actividade em 2010, quando concluiu a criação da plataforma tecnológica que suporta o seu trabalho. Um anos depois de testar campanhas em Portugal, com anunciantes como a Securitas Direct, Delta Q, Unibanco, Bet and Clic e Lets Bonus, a SEO abriu escritório em Madrid e em São Paulo.
A empresa portuguesa tem 16 colaboradores e deverá atingir este ano vendas de um milhão de euros. Em 2012 a SEO poderá alcançar um volume de negócios de três milhões de euros, dos quais mais de 60% serão gerados no Brasil e em Espanha, segundo o jornal português.
Fonte: Portugal Digital
News - 16.12.11
Brasil será o país em destaque na Bolsa de Turismo de Lisboa 2012
A Bolsa de Turismo de Lisboa (BTL), feira internacional de turismo, ocorre em Portugal de 29 de fevereiro a 4 de março de 2012. Entre seus objetivos, potencializar novos contatos e promover os melhores negócios de turismo. Realizada desde 1989, a BTL é a maior mostra da oferta turística do destino Portugal.

O Brasil participa nesta próxima edição como país convidado e vai promover a Copa de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016. Além do Brasil, na edição de 2012, a feira contará com a participação de países como Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, São Tomé e Príncipe e Timor Leste, tornando-a a maior feira de destinos da língua portuguesa.
Na BTL 2011, 74 mil pessoas visitaram os pavilhões de 990 expositores, somando 43 destinos. A feira recebeu 38 mil profissionais de turismo, sendo 2,8 mil estrangeiros. A feira recebe agentes de viagens, diretores de agências, diretores de empresas de destino, operadores turísticos e imprensa.
As reuniões são marcadas previamente, por meio do site oficial do evento. O comprador internacional obtém diretamente do sistema uma lista das reuniões agendadas, o local, o dia, a hora, a empresa e pessoa a contatar. Após a visita à feira, os visitantes poderão ainda prolongar a estadia e participar de um tour pelas sete regiões de Portugal continental e ilhas.
Governos de Portugal e do Brasil assinam hoje os contratos com a Embraer
Os ministros da Economia e do Emprego, Álvaro Santos Pereira, e da Defesa, Aguiar Branco, vão hoje presidir à assinatura de um conjunto de contratos de parceria entre a Embraer e as portuguesas OGMA e EEA para o Programa KC-390.

Segundo o comunicado do Ministério da Economia, “por meio do acordo, Portugal desenvolverá, sob a coordenação da EEA – Empresa de Engenharia Aeronáutica, S.A., e através do CEIIA – Centro para a Excelência e Inovação na Indústria Automóvel, o projecto de engenharia de três segmentos do avião de transporte militar a ser construído pela Embraer”.
Ainda de acordo com a mesma fonte, “os segmentos projetados, desenhados e testados em Portugal serão depois fabricados em Portugal pela OGMA, que também produzirá a Fuselagem Central da aeronave”.
A cerimónia de assinatura dos acordos conta com a presença dos presidentes da Embraer Defesa e Segurança, da OGMA, do CEIIA e da EEA, bem como do ministro da Defesa Nacional, José Pedro Aguiar Branco.
Ontem, terça-feira, o presidente da Embraer, Frederico Curado, afirmou que a fábrica de Évora deverá começar a produzir e a realizar encomendas na segunda metade do próximo ano.
O presidente da empresa que contratou o actor Jackie Chan para promover os seus aviões, principalmente na China, garantiu ainda que não está no horizonte fazer novas aquisições durante o próximo ano.
NEWS - 05.12.11
Acordo de livre comércio fará de Portugal porta de entrada para América Latina, diz embaixador
O embaixador brasileiro em Lisboa defendeu que Portugal será porta de entrada na Europa para toda a América Latina, se o Mercosul e a UE alcançarem o acordo de livre comércio que estão a negociar.

Mário Vilalva, que falava num debate organizado pela Câmara de Comércio Luso-Brasileira em Lisboa, em 28 de novembro, disse que atualmente Portugal é apenas uma das portas de entrada para os produtos brasileiros na Europa.
“É uma porta que oferece algumas vantagens competitivas, a língua, a cultura, o fato de nenhum brasileiro se sentir estrangeiro no País”, mas há brasileiros com outras origens e todos acham que os seus países de origem é que são portas de entrada, disse.
Se até junho, como disse esperar, a União Europeia e o Mercosul [Mercado Comum do Sul, bloco econômico de países da América do Sul] chegarem a acordo, Portugal sairá beneficiado, porque “a tendência das empresas do Mercosul será estabelecerem-se no País”, nomeadamente nos portos de Leixões e Sines, se entretanto estiver concluída a ferrovia em bitola europeia até Madrid e daí para França.
Embora Portugal represente apenas 2% do produto interno bruto europeu, a vantagem para Portugal é muito maior do que o seu peso relativo, disse o diplomata.
Segundo Mário Vilalva, as negociações entre os dois blocos estão avançadas e “existe uma perspectiva concreta” de que possam conclui-se até junho. “Se isso ocorrer será um passo transcendental no comércio entre as duas regiões”, afirmou ainda, recordando que as trocas comerciais entre Portugal e Brasil são “muito pequenas”.
O comércio bilateral, especificou, representa apenas 2,5 bilhões de dólares anuais, “é o chamado comércio da saudade”.
Com o acordo UE/Mercosul, as trocas comerciais poderão triplicar em pouco tempo, “porque acabam as barreiras alfandegárias que ainda atrapalham muito o comércio”, disse.
“Há muito tempo que estamos a tentar este acordo e não conseguimos”, lamentou Mário Vilalva, afirmando que a crise pode ser, neste caso, uma oportunidade.
“Será que a Europa vai a deixar a França continuar a gastar o que gasta em subsídios e ao mesmo tempo pedir aos cidadãos que apertem o cinto?”, questionou, lembrando que os cidadãos poderiam deixar de pagar o subsídio e ainda ter o produto mais barato no supermercado.
No dia em que os dois blocos chegarem a acordo, estarão, na opinião do embaixador brasileiro, a gerar “muito mais comércio, muito mais riqueza e muito mais emprego”.
Enquanto isso não acontece, o governo brasileiro está a desenvolver com Portugal um projeto semelhante ao “Programa de Substituição Competitiva de Importações”, que visa facilitar as importações dos países na América do Sul.
“Estamos à procura de nichos de mercado e novas formas de aumentar o comércio, embora saibamos que há limitações. Precisamos de, com imaginação, aumentar aos poucos esse comércio bilateral, afirmou
Fonte: Munso Lusiada
Lisboa entre as cidades com melhor qualidade de vida
Entrevista: Durit Metal Duro
A Durit, uma empresa que existe no Brasil há mais de 20 anos, com sede e instalações em Simões Filho, região metropolitana de Salvador/BA, atua em uma vasta linha de produtos que são utilizados nos setores de siderurgia, cerâmica, autopeças, mineração, jateamento, petróleo e gás, entre outros, buscando alcançar sempre o melhor. Para conhecer um pouco mais sobre a Durit, a Câmara Portuguesa entrevistou o diretor geral, João Valente.

Câmara Portuguesa - O que a Bahia oferece de mais atrativo para a ampliação dos negócios da sua empresa?
João Valente - Crescimento do PIB em ritmo superior à média do país, melhoria acentuada da qualidade da mão de obra em especial após chegada da Ford e afinidade cultural com Portugal o que facilita retenção de quadros especializados vindos da matriz.
CP - Qual a avaliação que você faz sobre o seu setor de atuação?
JV- É um setor que está passando um pouco ao lado da crise tanto na Europa como na América Latina, sobre tudo pelo aparecimento de novas aplicações em mercados que se encontram em crescimento a exemplo do petróleo & gás e alimentos.
CP - Quais as expectativas de investimentos para o próximo ano?
JV- Investir 50% dos resultados da empresa em novos equipamentos e tecnologias. Nos últimos anos esse investimento tem andado entre R$ 1Mi e R$ 2 Mi/ano.
CP - Qual o diferencial da Durit Metal Duro?
JV- Ter suporte da matriz que é um dos lideres europeus no nosso setor de atuação. Esse suporte é um diferencial importante em especial na área de novas tecnologias, I&D Marketing.
CP - Qual o objetivo da empresa?
JV- Ser líder no mercado brasileiro para peças especiais de desgaste em metal duro.
CP - Por que a escolha da Bahia para instalação da fábrica?
JV- Oportunidade de negócio para aquisição de máquinas e equipamentos da antiga Backer Hugues que se situava em Pirajá, onde hoje se encontra a Papaiz.
CP - Quantos empregos foram gerados na Bahia?
JV- 150 diretos e 25 indiretos, sendo que destes empregos diretos cerca de 30% são referentes a quadros técnicos especializados.
CP - Alguma novidade (novos serviços/produtos)?
JV- Estamos iniciando nossa entrada no mercado dos Estados Unidos da América de forma a ampliarmos nossas exportações que ainda só representam cerca de 10% do total faturado.
CP- Que outros negócios o Grupo Durit possui na Bahia e que outras oportunidades estão buscando?
JV- Possuímos a empresa de moldes para injeção de plásticos Moldit que este ano está investindo R$ 8Mi, para ampliação da unidade de moldes e também para entrar na própria injeção de plástico.
CP- O que dizer para empreendedores portugueses que desejam iniciar ou ampliar negócios no Brasil?
JV- Que o Brasil é uma boa aposta de médio-prazo, mas que é preciso saber escolher os serviços de apoio, em especial nas áreas tributárias, contábil e também trabalhista. São áreas onde é preferível investir num bom escritório do que priorizar escolhas de menor custo.
NEWS - 07.11.11
Passos Coelho deixa Brasília com a "certeza" do apoio brasileiro
O primeiro-ministro de Portugal, Pedro Passos Coelho, fez no dia 27 de outubro uma escala em Brasília, para se encontrar com a presidente Dilma Rousseff, a caminho da cúpula ibero-americana em Assunção, no Paraguai.

Passos Coelho veio ao Planalto exercitar o que o governo português tem vindo a defender, ou seja, a necessidade vital de o país procurar mercados e investidores além das fronteiras européias.
Em declarações aos jornalistas após o encontro, ao final da tarde, no Palácio do Planalto, o primeiro-ministro reafirmou a parceria estratégica entre os dois países e enfatizou as oportunidades de negócios e de investimentos em Portugal.
"Podemos abrir portas importantes ao Brasil. Na Europa, tenho a certeza de que podemos contar com a ajuda do Brasil na recuperação, sobretudo, da economia portuguesa".
O governo português vê com bons olhos a entrada de empresas brasileiras no capital de algumas das “jóias da coroa” lusa, como a EDP Energias de Portugal, também presente no mercado brasileiro, e na qual a participação do Estado português (num limite de 21,35%) será colocada à venda ainda neste ano. Um negócio que conta com manifestações de interesse por parte de duas empresas brasileiras, designadamente a estatal Eletrobras, e a Cemig, do estado de Minas Gerais, além de empresas da Alemanha e da China.
"Portugal iniciou um processo de reformas econômicas importantes e, durante todo esse período, precisamos valorizar todas as nossas pontes com o Brasil, que são muito importantes nesse momento. Tenho certeza de que poderemos contar com a ajuda do Brasil nesse momento de recuperação", afirmou o primeiro-ministro, citado pela Agência Estado.
A par do setor energético, Lisboa está também interessada em conquistar investimentos e participar em negócios com o Brasil nas áreas da construção naval – o Brasil está a desenvolver um importante programa para o setor de petróleos e para a marinha de guerra –, aeronáutica e de infraestruturas, em geral.
Os projetos no âmbito do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC), a Copa de 2014, as Olimpíadas de 2016, a modernização e privatização de aeroportos, de rodovias e de transportes são vistas em Portugal como potenciais áreas de atividade para as empresas lusas a braços com a profunda crise econômica e financeira em que o país está mergulhado. Angola e o Brasil são países encarados por muitos empresários portugueses quase como “tábuas de salvação”, face ao esgotamento do mercado nacional, à crise que atinge grande parte dos países da União Europeia e à instabilidade que persiste nos países do norte de África, uma “nova fronteira” da atividade empresarial lusa, aberta nos últimos anos.
A participação do governo brasileiro na ajuda a Portugal - pedida e negada nos últimos meses do governo do ex-primeiro-ministro José Sócrates – poderá estar agora facilitada.
A entrada no capital de empresas portuguesas de grande dimensão, como são os casos da EDP e da Redes Energéticas Nacionais (REN), é olhada como uma oportunidade de internacionalização de grupos brasileiros. "Vemos com muito bons olhos essas propostas. Se queremos uma aliança estratégica com o Brasil, não teria sentido não vermos com bons olhos", disse o primeiro-ministro.
Por enquanto, os resultados da visita relâmpago de Passos Coelho a Brasília ainda não podem ser avaliados. Do que disse aos jornalistas, pode-se entender que embarca para Assunção com algumas promessas. Se são compromissos, ou não, só o tempo o dirá.
Fonte: Portugal Digital
Turismo de Portugal e Aicep serão integrados nas embaixadas
O Governo vai entregar o topo da diplomacia econômica a um conselho estratégico para a internacionalização da economia que reunirá, de três em três meses, sob a liderança do primeiro-ministro e com a participação de Vítor Gaspar, Paulo Portas e Álvaro Santos Pereira.
Depois de ter encomendado um estudo a um conjunto de "sábios", a maioria PSD/CDS recolheu algumas das ideias contempladas pela equipa liderada por Braga de Macedo.

Este conselho contará, ainda, com a presença de quatro representantes do sector empresarial privado (os nomes só agora serão escolhidos) e será assessorado por técnicos da AICEP - para além do seu presidente que participará nestes encontros.
Outra das decisões contemplada na resolução de Conselho de Ministros aprovada ontem aponta para um cruzamento entre as administrações da Agência para o Investimento e o Comércio Externo de Portugal e do Turismo de Portugal - o presidente da AICEP será administrador do turismo e vice-versa. O mesmo se aplicará a todos os organismo envolvidos na promoção
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