O primeiro-ministro português, Pedro Passos Coelho (PSD), considerou que o acordo de concertação social assinado nesta quarta-feira (18) "será visto no futuro como marco decisivo na história de um país".
Na cerimónia de assinatura do acordo entre o Governo, associações empresaários e a central sindical UGT, Pedro Passos Coelho disse que este é um "dia histórico" com ganhos de credibilidade tanto interna como externamente.
Segundo o primeiro-ministro, o país soube unir-se à volta deste acordo e ultrapassar as dificuldades, voltando a erguer-se, e saudou a importância do Presidente da República em todo este processo. A CGTP, principal central sindical do país, abandonou a mesa de negociações e não assinou o acordo.
"Quero também saudar por esta via o senhor Presidente da República que, apesar da descrição da sua acção, teve uma intervenção que é importante para o acordo que alcançámos", realçou Passos Coelho, citado pela TSF.
O chefe do Governo destacou ainda que o tempo de negociações não foi "tempo perdido".
"Houve, isso sim, tempo investido e bem investido. Todo este tempo foi tempo ganho", disse Passos Coelho, salientando que este acordo "não ficou preso à letra do memorando de entendimento que tão importante era que fosse observado".
De acordo com o primeiro-ministro, o acordo é "mais ambicioso, mais inovador e mais audaz em relação ao que constava dos nossos compromissos internacionais". Com informações da rádio TSF.
Fonte: Portugal Digital