A Agência de Comunicação Comunicativa começou 2010 dinamizando ainda mais seus negócios. MCE Engenharia, Nextel, Aratu Iate Clube e Abouchar Pneus são alguns dos novos clientes que, sabiamente, começaram o ano investindo em comunicação.
______________________________________________________________________________________________
Vila Galé distinguida como melhor empresa de hotelaria para trabalhar
A Vila Galé Hotéis é a melhor empresa de hotelaria para trabalhar em Portugal, segundo um estudo realizado pela revista Exame e pela consultora Heidrick & Strugles que analisou 85 empresas que actuam em território nacional.
Segundo o ranking, que foi divulgado na passada segunda-feira, dia 25, a Vila Galé Hotéis foi também considerada a 26ª melhor empresa para trabalhar em Portugal, entre as 85 empresas analisadas no estudo.
“Esta distinção é o reconhecimento de uma cultura de humanidade implantada no grupo e que se desenvolve em práticas muito diversas”, considera a Vila Galé Hotéis em comunicado.
A lista com as melhores empresas para trabalhar em território nacional foi elaborada com base na medição da opinião dos colaboradores das empresas, na análise das políticas de recursos humanos e na auditoria de algumas práticas.
No caso da Vila Galé Hotéis foram também valorizados aspectos como o espírito de proximidade e igualdade vivido na empresa, os incentivos oferecidos aos seus colaboradores, o seu programa de acolhimento e as suas acções solidárias na comunidade.
“Não sabemos se é a ‘melhor empresa para trabalhar’ mas o que estamos certos é de que, todos os dias, decidimos e agimos para que aqueles que nela trabalham sintam a Vila Galé como a ‘melhor empresa para trabalhar’”, considerou Fernando Magalhães, director de recursos humanos da Vila Galé.
_______________________________________________________________________________________________
Votorantim próxima de acordo para entrar na Cimpor
Entendimento para comprar fatia de 17,3% detida pela Lafarge e acordo parassocial com a estatal CGD poderão ser anunciados já hoje em Lisboa.
Lisboa - A brasileira Votorantim poderá fechar esta terça-feira dois acordos para garantir a sua entrada no capital da portuguesa Cimpor, firmando uma aliança estratégica que impedirá a CSN - Companhia Siderúrgica Nacional e a Camargo Corrêa de conseguirem os seus objectivos em relação à cimenteira portuguesa.
O "Jornal de Negócios" revela na sua edição de hoje que uma comitiva de três dirigentes da Votorantim estará esta terça-feira em Lisboa para assinar um acordo para a compra dos 17,3% da Cimpor que estão nas mãos da francesa Lafarge. Outro documento que a Votorantim deverá assinar em Lisboa é um acordo parassocial com a Caixa Geral de Depósitos (CGD), para garantir a estabilidade accionista na Cimpor e a permanência da Votorantim abaixo dos 33%.
A estatal CGD detém 9,6% da Cimpor, posição comprada no ano passado ao empresário Manuel Fino, que tem outra posição idêntica. Mas a CGD tem uma opção de compra sobre a participação deste empresário (controlada pela Investifino) caso Manuel Fino queira vender.
Através da compra da posição da Votorantim e de um acordo com a CGD, a Votorantim formaria um bloco de interesses concertados com mais de 25% do capital da Cimpor, mas abaixo do limiar de 33%, marca a partir da qual um accionista poderá ser obrigado a lançar uma oferta pública de aquisição (OPA).
Ontem a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) divulgou um requerimento da CSN onde esta solicitava à CMVM que "a CGD seja intimada a esclarecer os termos e condições essenciais do acordo com a Investifino". A CSN receia que possa haver entre a CGD e a Investifino "um acordo tendente a frustrar o sucesso da OPA em curso".
Recorde-se que a CSN lançou em dezembro uma OPA sobre a Cimpor ao preço de 5,75 euros por acção, o que avalia em mais de 3,8 mil milhões de euros a totalidade da cimenteira lusa. A oferta está em curso e o prazo para os accionistas venderem as suas acções à CSN a este preço terminará a 17 de fevereiro.
Já depois do anúncio da oferta, a Camargo Corrêa veio propor aos accionistas da Cimpor uma fusão, através da qual a Camargo teria sempre menos de 50% da cimenteira portuguesa. Mas a empresa brasileira acabou por retirar a proposta de fusão, por determinação da CMVM, considerando que no decurso da OPA da CSN não poderia haver um projecto de fusão em aberto, apenas uma OPA concorrente, o que a Camargo Corrêa não quis fazer para já.
Fonte: Site Portugal Digital
_______________________________________________________________________________________________
Lavagem da Reserva Imbassaí
No último dia 30, o Grupo Reta Atlântico realizou a segunda Lavagem da Reserva Imbassaí. A segunda edição do evento contou com a participação de todos os condôminos, amigos e de vários convidados especiais, com churrasco de boas vindas ao som da banda “5%”.